Todo trocador de calor depende de superfícies limpas para transferir calor. Com a operação, depósitos minerais, borras, produtos de corrosão e material biológico se acumulam nas superfícies de troca. Essa camada, chamada de incrustação ou fouling, funciona como um isolante: o equipamento troca menos calor, a perda de carga aumenta e o processo passa a consumir mais energia para manter a mesma temperatura.
Os sinais mais comuns são a queda da temperatura de saída, o aumento da diferença de pressão entre entrada e saída e a necessidade de elevar a vazão de fluido de serviço para compensar.
Para trocadores compactos do tipo Heatric, usados em plataformas, a TSL já executou limpeza em campo. Veja os estudos de caso.
O método é definido pelo tipo de incrustação, pelo material do trocador e pelo acesso. Incrustações duras e aderidas pedem pressões mais altas, até 40.000 PSI (cerca de 2.760 bar). Depósitos solúveis podem ser removidos por limpeza química, sem desmontagem completa.
A frequência depende do fluido e do regime de operação. O critério mais seguro é o acompanhamento do desempenho térmico e da perda de carga: quando os indicadores começam a cair, a limpeza programada custa menos que a parada não planejada.
A incrustação no feixe tubular gera perda de carga e reduz a troca térmica. A limpeza regular evita paradas não planejadas e o aumento do consumo de energia.
Pressões de até 40.000 PSI (cerca de 2.760 bar), que removem incrustações severas sem agentes químicos agressivos.
Lanças rígidas e flexíveis com bicos rotativos específicos para cada diâmetro de tubo, garantindo a limpeza interna completa.
Sim. A TSL executa a limpeza no próprio local ou em áreas segregadas dentro da planta, conforme a logística de manutenção do cliente.